segunda-feira, dezembro 31, 2007

Lula ajuda a eleger no NE, mas repele votos no Sul e Sudeste

LEANDRO BEGUOCI, Folha de S. Paulo

Petista é bom cabo eleitoral para candidatos a prefeito no Nordeste, diz pesquisa

Levantamento do Datafolha em nove capitais mostra que o quadro se inverte no Sul e Sudeste -o presidente tira mais votos do que traz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um bom cabo eleitoral para os candidatos a prefeito do Nordeste. No Sul e no Sudeste, tira mais votos do que traz. O governador Aécio Neves (PSDB) tem boas chances de colocar seu candidato no segundo turno. Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina, pode até tirar.
MAIS
Câmaras aprovam aumentos de até 179% no interior de São Paulo
No apagar das luzes do ano legislativo, dezenas de Câmaras Municipais do interior de São Paulo aprovaram aumentos de até 179% nos salários de vereadores e nos de prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais. O reajuste antecipado, já que entrará em vigor só em janeiro de 2009, revela a preocupação dos políticos de evitar o desgaste de aumentar seus ganhos em ano eleitoral.

Pela lei, o prazo para definir os subsídios da próxima gestão vai até um mês antes das eleições municipais, que serão em 5 de outubro. A legislação permite que os vereadores fixem seus subsídios em até 75% do salário de deputado estadual, que em São Paulo é de R$ 12.480. O porcentual varia conforme a população de cada cidade: o menor teto é de municípios com até 10 mil habitantes, onde o vereador só pode receber até 20% do que ganha o deputado.
MAIS
BRASILEIRO NUNCA PAGOU TANTO EM TRIBUTOS
MARCOS CÉZARI, Folha de S. Paulo

Recorde, carga tributária deve superar 36% do PIB; contribuinte precisou trabalhar 146 dias no ano só para pagar impostos
Carga fiscal sobre o ganho bruto da classe média, com renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 10 mil, chega a 42,7%, aponta estimativa do IBPT
De cada R$ 100 em riquezas geradas pelo Brasil neste ano, aproximadamente R$ 36 foram pagos em tributos para os governos federal, estaduais e municipais. Segundo estimativa do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), a carga tributária em 2007 vai superar R$ 928 bilhões e baterá novo recorde. Chegará a 36,02% do PIB, ante 35,21% no ano passado. LEIA MAIS
Pena que a despesa com juros aos bancos/rentistas seja a maior. E não se fala mais em "ciranda financeira"...
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sábado, dezembro 29, 2007

O ano em que ficamos "sustentáveis"

CLAUDIO ANGELO, Folha de São Paulo

DOIS MIL E SETE já garantiu seu lugar na história como o ano em que nos tornamos sustentáveis. Ou melhor, "sustentáveis". Assim mesmo, entre aspas.
Neste ano, vimos a verdade inconveniente da mudança climática se transformar em verdade inconteste pelas mãos do IPCC, sigla que já dispensa explicações. O aquecimento global saiu do gueto dos abraçadores de árvore para ganhar as manchetes dos jornais (três vezes só nesta Folha), virar tema de conversa de boteco, levar um Prêmio Nobel e -glória suprema- decidir a eleição em um país rico, a Austrália.
Nunca antes na história deste planeta se ouviu tanto a palavra "sustentável", e de fontes tão insuspeitas: de propagandas de bancos a anúncios de governo a discursos de George W. Bush. Exatos 20 anos após ter sido cunhado, o conceito de sustentabilidade atinge o auge da fama- e da apropriação indébita.
As instituições financeiras nacionais gastam milhões em anúncios de TV, imprimem cheques em papel reciclado e criam linhas de financiamento para o consumidor "sustentável" comprar sua picape a diesel e compensar suas emissões plantando arvorezinhas. Fariam muito mais pelo país e pela sustentabilidade (sem aspas) se parassem de financiar os pecuaristas e outros "heróis" do agronegócio que desmatam ilegalmente a Amazônia e elevam as emissões de CO2 do Brasil.
O governo Lula, em sua esquizofrenia ambiental, comemora a queda no desmatamento e promove o álcool como solução "sustentável" para o efeito estufa ao mesmo tempo em que leiloa termelétricas a carvão. Depois encontra petróleo na bacia de Santos e silencia sobre os efeitos climáticos do "Brasil na Opep". Um membro do governo afasta temores de que isso vá transformar o país num grande emissor de gás carbônico: "O petróleo será exportado", tranqüiliza. Por essa lógica, a Arábia Saudita é perfeitamente "sustentável". Brasília faria mais pela sustentabilidade se aposentasse a obsessão stalinista do gabinete por térmicas e por grandes hidrelétricas na
Amazônia e investisse em eficiência energética (até a China faz isso!), renováveis e, se não der para resistir, em energia nuclear.
Por fim, os diplomatas dariam uma grande contribuição se boicotassem a tal reunião das "Grandes Economias" convocada por Bush para janeiro. O atual governo americano tentou e quase conseguiu transformar a conferência do clima num fracasso. Oferece como alternativa uma feira de negócios. Já é mais do que hora de passar a borracha sobre Bush e esperar os democratas assumirem.
Enquanto nada disso acontecer, aspas insustentáveis pairam sobre 2008.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

"Não se constrói uma sociedade baseada na virtude dos homens, e sim na solidez das instituições". (Montesquieu)

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Governo cria mecanismo de fiscalização após CPMF
Agência Estado

BRASÍLIA - Com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o governo criou, nesta sexta-feira, outro instrumento de fiscalização com base na movimentação financeira dos contribuintes.

A Receita Federal baixou norma exigindo que as instituições financeiras repassem ao fisco informações semestralmente sobre as operações financeiras que ultrapassem a cada semestre R$ 5 mil realizadas por clientes pessoa física. As informações de operações feitas por empresas terão que ser encaminhadas quando ultrapassarem R$ 10 mil.

A regra vale para cada modalidade de operação financeira. Os bancos terão que identificar os titulares das operações pelo número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Apesar da obrigação de envio das informações ser semestral, as movimentações terão que ser discriminadas mês a mês.

A decisão da Receita dá munição a vários críticos da CPMF, para quem sua prorrogação não era necessária nem mesmo para fiscalização. Durante as negociações para prorrogar o tributo, seu caráter fiscalizador foi sempre levantado como prioritário pelo governo. MAIS
Comendo no prato em que cuspiram

Luiz Carlos Mendonça de Barros, Folha de S. Paulo

As regras de leilões de 3G e os altos ágios foram os mesmos de há dez anos, só que desta vez não houve denúncias

ESCREVO hoje minha última coluna de 2007. Peço ao meu leitor que me permita um desabafo, colocando para fora um sentimento que me acompanhou solitário neste ano que agora termina. A gota d"água que fez transbordar minha indignação foi o resultado do leilão de licenças para explorar a chamada terceira geração da telefonia celular. Um sucesso incrível, com uma disputa acirrada entre as empresas privadas que já operam no Brasil. A intensa disputa levou a ágios expressivos em relação ao preço mínimo fixado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e rendeu quase R$ 6 bilhões para o Tesouro Nacional. Lula não perdeu tempo para se pavonear desse sucesso de seu governo.

A exploração do serviço celular nos moldes mais avançados da tecnologia disponível -chamada de 3G- abre um período de significativos investimentos na área das telecomunicações. A criação de novos serviços e o desenvolvimento de produtos mais sofisticados abrem um novo espaço para que o governo arrecade mais impostos e para que os brasileiros encontrem novas possibilidades de emprego em setores de altos salários. A sociedade como um todo vai ganhar com essa nova fronteira econômica e tecnológica que se abre diante de nós.
As regras dos leilões dos celulares 3G seguiram os padrões estabelecidos em 1997 e 1998 pelo governo Fernando Henrique Cardoso e seu ministro Sérgio Motta. Exploração privada de freqüências de telecomunicações, obedecendo as cláusulas pétreas da concorrência e da universalização dos serviços. Nenhuma mudança em relação ao roteiro que presidiu a privatização do monopólio estatal da antiga Telebrás. Inclusive o mecanismo de colocar em uma mesma licença regiões mais pobres e mais ricas é o mesmo usado dez anos antes.
A única diferença de agora é que não ocorreram as denúncias de entrega de serviços públicos à sanha dos interesses privados. Também estiveram ausentes as milhares de ações populares e civis, patrocinadas por sindicatos e líderes de movimentos sociais ligados ao PT, contra a "entrega do patrimônio público".
Até a grande mentira que ainda é repetida hoje sobre os preços de banana está embutida nos valores pagos pelas concessionárias privadas agora. Os ágios elevados seriam -na linguagem de uma década atrás- uma prova de que os preços mínimos estabelecidos eram baixos demais.
Uma observação que precisa ser lembrada aqui é que nos leilões de agora o Brasil já tem um mercado de celulares conhecido e representado por mais de 135 milhões de terminais em operação. Em 1997 e 1998, quando a privatização foi realizada, os celulares eram apenas símbolos caríssimos de status e o potencial desse mercado ainda era uma grande incógnita. Com a passagem de um monopólio estatal para um sistema com intensa competição e regras draconianas de universalização forçada, introduzia-se uma incerteza muito grande para que os interessados pudessem avaliar os preços a serem pagos nos leilões. Mesmo assim, ocorreram ágios expressivos e intensa disputa pelas 12 empresas privatizadas.
A privatização da Telebrás, demonizada até hoje na oratória petista, foi a origem do sucesso desse grande programa de modernização do nosso setor de telecomunicações de massa. A entrada em serviço, agora no governo Lula, de um novo padrão tecnológico, é apenas mais uma etapa dessa caminhada corajosa iniciada dez anos atrás.
Chamar as coisas pelo nome
Clóvis Rossi, Folha de S. Paulo

Gestos humanitários são sempre elogiáveis. Mas termina aí -ou deveria terminar aí- qualquer atitude de legitimação das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) a partir da previsível libertação hoje de três das centenas de reféns que o grupo mantém.
Como os governos que testemunharão a operação são todos de origem esquerdista, está na hora de parar de tratar os narcoterroristas como "hermanos".Se alguma vez tiveram um viés político, justificado ou não pelo contexto de outros momentos históricos, hoje as Farc são apenas um grupo de delinqüentes. E é preciso que se use a palavra certa especi almente na hora em que ocupam o noticiário internacional exatamente por conta do episódio dos reféns. MAIS
Índice que regula preço de aluguéis sobe 7,75%
Jornal do Brasil

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), que serve de base para o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, fecha o ano com aumento de 7,75%. Chegou a esse nível pressionado pelos preços de alimentos. No ano passado, o IGP-M foi de 3,83%, segundo a FGV. Enquanto isso, o BC elevou para 5,2% sua expectativa de crescimento econômico do país.
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AJUDINHA DE FINAL DE ANO

Marcelo Rocha e Fernanda Odilla, Correio Braziliense

Senado reedita mais uma vez a manobra de liberar dinheiro para funcionários da Casa em razão de “férias coletivas” (que foram suspensas). O valor recebido terá de ser descontado em 2008

O Senado encontrou uma fórmula de engordar o bolso dos servidores no fim de ano. A Direção Geral decretou férias coletivas na Casa a partir de 2 de janeiro, mas cancelou a decisão. O recuo garantiu uma “ajudinha extra” aos funcionários do Senado, às vésperas do Natal. Os que receberam o adicional de um terço referentes às férias foram dispensados de devolvê-lo. O dinheiro do contribuinte ficará creditado nas contas dos trabalhadores do Senado como antecipação do auxílio que deve se pago apenas quando o funcionário usar o período de descanso, o que pode ocorrer até o final de 2008.

A estratégia se transformou em tradição no Senado, que abriga cerca de 6,2 mil servidores. Desde 1997, o diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, assina atos decretando as férias coletivas e, em seguida, os cancela.
Este ano, conforme indica o boletim administrativo de pessoal, o ato foi assinado em 22 de novembro. O diretor-geral concedeu férias coletivas entre 2 a 31 de janeiro. Na semana passada, ele reviu a medida. Mas permitiu que a verba extra repassada aos funcionários permaneça com eles. “O cancelamento de que trata este artigo não acarretará a devolução do adicional de férias já percebido pelos servidores”, descreve o ato nº 5.430, do dia 20 de dezembro. MAIS
É a estratégia da sem-vergonhice comum na administração pública.
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quinta-feira, dezembro 27, 2007

O MUNDO ATUAL É INJUSTO? ANTES ERA BEM PIOR
Marcio Pochmann, Valor Econômico
No Século XIX, por exemplo, a jornada de trabalho comprometia quase dois terços do tempo de vida, uma vez que a expectativa média de se viver dificilmente superava os 40 anos de idade. Quando o Brasil era ainda um país agrário, por volta do começo do Século XX, a jornada de trabalho podia ultrapassar as 5 mil horas por ano. Se considerar que a expectativa de vida chegava aos 35 anos e, ainda, o ingresso na vida laboral ocorria aos 5/6 anos de idade e se encerrava somente com a morte, percebe-se como viver há 100 anos atrás era fundamentalmente trabalhar, para a maior parte da sociedade agrária.
Naquela época, não havia escola para as crianças, tampouco previdência e assistência social para amparar o conjunto de riscos associados ao exercício do trabalho, tais como invalidez, morte, desemprego e desqualificação profissional, entre outros. Também não existia regulação pública que reduzisse o grau de intensificação do trabalho, como jornada semanal máxima, férias, descanso semanal, além da idade mínima para ingresso no mercado de trabalho.

Desde a década de 30, com o avanço da transição da sociedade agrária para o Brasil urbano-industrial, o homem tornou-se muito mais produtivo, com a introdução de novas formas de organização do trabalho e os avanços tecnológicos intrínsecos ao trabalho manufaturado, conforme inteligentemente percebido por Charles Chaplin em Tempos Modernos. Na seqüência da elevação da expectativa de vida para acima dos 50 anos, assistiu-se à diminuição do tempo de trabalho, com a postergação do ingresso na vida laboral para os 15 anos de idade e a saída após 35 anos de contribuição para aposentadoria. Se acrescido da regulação do tempo máximo de trabalho (48 horas semanais, férias, descanso semanal, feriados), a jornada de trabalho decaiu de 5 mil para 2 mil horas por ano, o que permitiu que o peso do trabalho fosse reduzido para cerca de 1/5 do tempo total de vida.
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COMIDA MAIS CARA

Panorama Econômico - Debora Thome - O Globo

Os preços dos alimentos foram às alturas em 2007; aqui e lá fora. Resultado de vários fatores: mais gente consumindo no mundo, Estados Unidos usando suas terras para plantar combustível, quebras de safra. Para o Brasil, a alta é boa por um lado, porque somos grandes exportadores de alimentos. Por outro lado, esses aumentos acabam pressionando os preços também internamente. Para o próximo ano, caso o ritmo de crescimento mundial diminua mesmo, a expectativa é de preços de commodities um pouco mais controlados.

Ainda assim, é pouco provável que os preços dos alimentos voltem a patamares mais baixos dos anos 90. O mundo hoje é bem diferente. Só para citar o exemplo mais eloqüente, uma massa de chineses e indianos está passando a consumir itens que não faziam parte de sua dieta alimentar.

A América Latina - sobretudo por causa do Brasil - é um grande fornecedor de alimentos do mundo. Portanto, a Cepal está atenta a este movimento. Eles acreditam que os preços das commodities agrícolas devem permanecer altos mesmo que o ritmo de crescimento internacional seja menor em 2008, por causa da demanda crescente.

Fabio Silveira, da RC Consultores, acha que vai depender muito de como os Estados Unidos estarão. Se a crise externa não se aprofundar, o preço internacional dos alimentos deve crescer menos que este ano, em torno dos 10%. O que ele não prevê são grandes quedas - principalmente para milho, soja e trigo -, pois o quadro é de mais escassez. Um cenário possível é de as commodities agrícolas começarem o ano subindo e depois caírem. No final de 2008, algumas poderão estar com preço menor que em 2007.

Grande parte das exportações brasileiras é de commodities agrícolas. A alta nos preços ajudou a balança comercial nos últimos anos.

- As exportações devem perder um pouco de preço. O dólar mais baixo vinha sendo compensado pelo preço, e isso não deve mais acontecer - afirma Fabio Silveira.

Por outro lado, caso os preços internacionais dos alimentos não subam tanto em 2008, isso também terá um efeito bom para o Brasil. Este ano, o item alimentação foi o que mais pressionou a inflação. Não apenas por causa dessas altas internacionais, mas por problemas climáticos locais. No IPCA-15, por exemplo, fechou com alta de 10%.
TROCA-TROCA EM BRASÍLIA
--Libere as emendas dos deputados Armando Abílio (PTB-PB) e Wilson Braga (PMDB-PB), ordenava um ministro ao telefone, às vésperas do Natal.
O interlocutor pediu detalhes. E o ministro nem piscou:
--Foi um pedido do José Maranhão. O ministro se referia ao presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador, eleito pelo PMDB da Paraíba. MAIS
Internacionalização movimenta mais de US$ 7 bi em aquisições
Ivo Ribeiro, Valor Econômico

A aquisição da siderúrgica argentina AcerBrag pelo grupo Votorantim, anunciada ontem, encerra 2007, salvo alguma surpresa de última hora, como o ano mais intenso de internacionalização brasileira no setor. Ao todo, as compras de ativos no exterior vão superar a marca de US$ 7 bilhões.
Esse movimento é capitaneado pelo grupo Gerdau, que sozinho arrematou uma dúzia de ativos na América do Sul e Central, nos Estados Unidos e na Índia, com desembolso de US$ 6,46 bilhões. Nesse valor não está incluída a dívida de US$ 215 milhões herdada na compra da Macsteel (divisão de aços especiais da Quanex).
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Com privatização, receita da Cesp saltará em 2013
Vanessa Adachi, Valor Econômico

A Cia. Energética do Estado de São Paulo (Cesp), com privatização prevista para o primeiro trimestre de 2008, está longe de ser um ativo qualquer do setor elétrico. Um verdadeiro mico alguns anos atrás, quando estava afundada em dívidas, a empresa foi saneada e tem capacidade para gerar sozinha mais energia do que as duas hidrelétricas projetadas para o rio Madeira. As seis usinas da Cesp têm capacidade instalada de 7,46 mil megawatts (MW). As hidrelétricas de Santo Antônio, recém licitada, e Jirau, terão 6,45 mil megawatts.
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É isso. Mesmo porque a função principal de governo é cuidar de saúde, educação, segurança, justiça, estradas ...
Saldo comercial da indústria tem queda de 40% este ano
Raquel Landim, Valor Econômico

O real valorizado está provocando impacto no comércio das empresas brasileiras com o exterior. O saldo comercial da indústria da transformação recuou 40% de janeiro a setembro deste ano em relação a igual período do ano passado, cedendo de US$ 15,7 bilhões para US$ 9,3 bilhões. Esse percentual representa um ritmo superior ao da queda de 12% do superávit total do Brasil com o mundo.
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O Brasil precisa estabilizar o dólar.
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quarta-feira, dezembro 26, 2007

Trio populista

CRESCIMENTO DA ECONOMIA RECUPERA SETOR DE CALÇADOS

MARCELO TOLEDO, Folha de S. Paulo

Empresas de Franca deverão fechar o ano com 27,5 milhões de pares produzidos, alta de 7,8% em relação a 2006

A reação nas vendas no mercado interno fez o pólo calçadista de Franca (SP), principal produtora de sapatos masculinos no país, reverter a expectativa de queda e ter crescimento de 7,84% na produção de pares neste ano. A previsão era de, no máximo, alcançar os 25,5 milhões de pares produzidos em 2006, mas as empresas "voltaram" os olhos ao próprio país, deixando as exportações de lado, e vão fechar o ano com 27,5 milhões de pares produzidos.Resultado disso é que o nível de empregos, antes em queda, se recuperou: o setor emprega 22 mil operários, 4,98% a mais que os 20.957 no ano passado 2006, segundo o Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca).
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Deputados do DF criam escola para o Legislativo
Cristiane Madeira, Jornal do Brasil

A Câmara Legislativa do Distrito Federal chegou atrasada mas finalmente terá uma Escola do Legislativo, a exemplo do que já ocorre em todos os estados brasileiros. O autor do projeto é o deputado distrital Doutor Charles (PTB), terceiro secretário da Mesa Diretora. A idéia está prevista para fevereiro, quando serão firmados convênios com a Universidade de Brasília (UnB) e a Fundação Getúlio Vargas (FVG). O objetivo é requisitar profissionais especializados no processo legislativo, nas funções do parlamento, em Ciência Política e Direito, para capacitar e atualizar servidores e assessores parlamentares, que desempenham papel fundamental na formulação de leis.
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Por que não uma escolinha para as câmaras municipais?
Alta de preços será mais forte em 2008, prevêem analistas

Cibelle Bouças, Valor Econômico

O sinal amarelo está aceso. Após a forte expansão da economia em 2007 - já apontado como o provável melhor ano do ponto de vista econômico para o segundo mandato do governo Lula, dadas as previsões menos otimistas para os próximos anos - , o cenário que se projeta para o próximo ano é de crescimento menos acelerado e com maior pressão inflacionária, tanto em preços monitorados como nos grupos de preços livres.
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ORDEM DE PRISÃO PARA EX-INTEGRANTES DA DITADURA
O Globo
A Itália emitiu ordens de prisão contra 140 ex-integrantes das ditaduras sul-americanas das décadas de 1970 e 1980 envolvidos na Operação Condor. Entre as pessoas acusadas estão 13 brasileiros, além de alguns dos principais líderes dos regimes autoritários do Cone Sul. A polícia italiana capturou na noite de segunda-feira o ex-agente secreto uruguaio Néstor Jorge Fernández Troccoli, na cidade de Salerno, no sul da Itália. Ontem ele foi levado para Roma, onde está preso. LEIA MAIS
CORRUPÇÃO LIDERA RANKING DAS INFRAÇÕES
REPRESSÃO TOTAL
Edson Luiz
Correio Braziliense
26/12/2007
A corrupção, com 36 prisões, lidera o ranking das infrações cometidas pelos 310 servidores públicos presos este ano nas 184 operações da Polícia Federal em todo o país. A fraude, com nove casos, ocupa o segundo lugar Apesar de o balanço das ações desencadeadas pela Polícia Federal apresentar um número menor de servidores envolvidos em relação ao ano passado, ele preocupa o governo por causa do volume de recursos envolvidos. Em 2007 foram detidos 310 funcionários públicos, a maior parte por fraudes milionárias contra a União. Os números da PF revelam que em apenas sete de 54 operações de combate à corrupção e fraudes, os valores desviados chegam a R$ 4 bilhões. A região Sudeste aparece como a líder em investigações dessa natureza, mas o Nordeste já surge como um dos centros de irregularidades. Em apenas um mês, a PF desencadeou três ações na área, cujos alvos eram políticos locais.
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Todos os conselheiros do TCE paulista empregam parentes

da Folha Online

Reportagem publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL) revela que os sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo empregam filhos, irmãos e noras em cargos de confiança. De acordo com a reportagem, "a maioria dos parentes, mesmo sem concurso público, recebe por mês cerca de R$ 12 mil líquidos".

"Os conselheiros, que têm cargos vitalícios e ganham pelo menos R$ 21 mil líquidos por mês, entendem que a prática não é ilegal", afirma a Folha.

"O campeão na contratação de parentes é o vice-presidente do TCE, Eduardo Bittencourt Carvalho, indicado ao cargo há quase 17 anos, durante o governo paulista de Luis Antonio Fleury Filho (PMDB). Bittencourt nomeou os cinco filhos para o gabinete dele. Segundo a reportagem apurou, no entanto, nenhum deles comparece ao tribunal."

A Promotoria da Cidadania do Estado de São Paulo instaurou uma investigação para apurar eventual improbidade administrativa (má gestão pública) praticada por Bittencourt nas nomeações.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Meu neto Francisco, 3 meses ...

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Gestão pública é ineficiente, atesta estudo
Paulo Darcie, Estadão
A gestão pública brasileira, nos mais variados níveis, não aplica recursos de forma eficiente nos setores que tradicionalmente gere - segurança, educação, saúde e previdência -, segundo estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), sob encomenda do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco).
(...)
Para mudar esse cenário, salienta o estudo, as administrações públicas precisariam passar por um choque de gestão. “É muito dinheiro com pouco resultado. Temos gastos equivalentes aos do Japão e EUA, e resultados de terceiro mundo”, afirma o coordenador do estudo, o economista Hélio Zylberstajn. Para ele, o Estado contribui para a ineficiência quando tem uma relação com seus funcionários que garante estabilidade e raramente cobra o cumprimento de metas . “Se cada funcionário público fosse permanentemente avaliado, como acontece no setor privado, seu rendimento seria melhor.”
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FELIZ
NATAL
LULA FELIZ COM A ECONOMIA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o país vive um "momento excepcional". Para justificar sua afirmação, Lula citou alguns indicadores econômicos --como os de geração de emprego e renda. LEIA MAIS
Como a política é. Os caras passam a vida inteira descendo o pau na política econômica, no "neoliberalismo", nos países ricos... Aí assumem o poder, se apropriam do Plano Real...que vira, então, uma maravilha!
Haja marketing para enganar os trouxas..

domingo, dezembro 23, 2007

Por que é tão difícil planejar?

Wilson Trevisan, no Estadão

Para a maioria das pessoas, esta é uma pergunta que poderia ser uma resposta também: Porque é tão difícil planejar?

Mas a idéia aqui é tentar mostrar algumas possibilidades, baseadas principalmente na realidade do mundo dos negócios .

Para muitos isto é tão forte, que podemos dizer que se trata de uma crença, ou seja, uma convicção que beira a fé religiosa. Mas afinal o que é planejar?

O dicionário nos traz a seguinte definição “fazer ou montar um plano.” Mas o que seria um plano? A respostas mais adequada e apropriada que achei foi “conjunto de métodos e medidas para a execução de um projeto.”

Atenção! É fato que todo empreendimento tem ou deveria ter, um ou alguns propósitos. Muito bem. Temos aí a primeira pista. Quem acha que é difícil planejar, na realidade não sabe exatamente o que quer, ou ainda não conseguiu se decidir.

Normalmente, oscilam entre oportunidades que são apresentadas e que são improváveis. Por conta disso vem a desculpa de porque não planejar, uma vez que são tantas as chances, tantas variáveis imprevisíveis que não há sentido em tentar prevê-las. Certo? Errado!

Tem uma frase que diz muito sobre isso “A maior vantagem de não planejar o futuro é a de que os problemas nos pegam totalmente de surpresa e não sofremos por antecipação.”

Por que não achamos um absurdo quando vemos a empresa na qual trabalhamos ou os nossos próprios negócios tomando rumos inesperados, diversificando, em nome do aproveitamento de oportunidades que são, muitas vezes, oferecidos por parceiros e clientes?

Foco! Uma das constatações que fiz, após anos como empreendedor, é que a tarefa mais difícil no dia-a-dia é decidir.

O processo de decisão é solitário e por vezes doloroso. É preciso falar “não” e, acreditem, é muito difícil, mas não se pode, e nem se deve, desestimular nem postergar o planejamento.

Outra possibilidade que destaco está ligada a um comportamento, que podemos explicar até como herança genética e do inconsciente coletivo, somos um povo que detesta controles sistêmicos.

O planejamento propicia uma ferramenta de controle, no qual é possível acompanhar desempenhos, metas, etc. Se for dinâmico tem de ser revisto e adaptado constantemente. Obviamente para quem não gosta de controle, planejar é uma tarefa difícil e não conveniente.

As empresas bem sucedidas têm muito clara a visão de seus objetivos e traçam uma linha reta para alcançá-los. E para isto ocorrer é fundamental que haja foco e capacidade de decisão.

Nosso presente é resultado de nossas decisões e chances aproveitadas do passado. Então, está claro que para projetarmos o amanhã temos de decidir o que queremos e assim, traçar a nossa linha reta. Pronto! Não fica mais fácil assim?

*Wilson Trevisan, especialista em empreendedorismo, é presidente fundador do Clube do Empreendedor
'''Nosso sistema político está doente'''
Entrevista com o cientista político Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB).
ESTADÃO: Não haverá mudança nas relações entre o Executivo muito forte e o Legislativo cada vez mais enfraquecido, em sua visão?
Não. No Brasil, desde o período pós-1988, quando foi promulgada a Constituição, a hegemonia do Executivo só tem aumentado. No governo seguinte, o de Fernando Collor, ele tentou até governar sem o Parlamento e acabou derrubado, com altíssimos índices de corrupção em seu governo. No de Fernando Henrique, o Executivo ficou ainda mais forte, graças à legitimidade do presidente e ao amplo apoio parlamentar. No governo Lula, o Executivo se mantém forte, mas há um paradoxo. O Executivo tem força, mas os parlamentares detêm muito poder. Se sairmos da superfície e observarmos com mais atenção o sistema, veremos que os deputados e senadores cobram seu apoio na forma de cargos e poder regional e pedem cada vez mais, nunca ficando satisfeitos. Essa conta está ficando cada vez maior e é crescente. Tudo só funciona na base da cooptação e da corrupção, o que evidencia que o nosso sistema político está doente e precisa ser mudado. ÍNTEGRA
Presentes fazem mais bem para quem dá do que para quem recebe
Dar presentes há muito vem sendo um dos assuntos favoritos sobre o comportamento humano, com psicólogos, antropólogos, economistas e marqueteiros dando suas opiniões. Eles chegaram à conclusão que dar presentes é uma parte surpreendentemente complexa e importante da interação humana, ajudando a definir relacionamentos e estreitar laços com a família e amigos. Realmente, psicólogos afirmam que com freqüência quem dá o presente, e não quem recebe, quem colhe os maiores ganhos psicológicos de um presente. LEIA MAIS/G1
Revista lista sete mitos da medicina que enganam até médicos
Artigo do "British Medical Journal" rebate os principais enganos.
Do
G1, em São Paulo
“Às vezes, até os médicos se enganam”, dizem os pesquisadores ingleses Rachel C. Vreeman e Aaron E. Carroll em artigo publicado neste fim de semana no "British Medical Journal", na Inglaterra. Segundo o estudo, muitos dos médicos sabem que precisam atualizar seu conhecimento com freqüência, mas acabam não questionando algumas crenças populares relacionadas à saúde.

Os principais mitos são:

As pessoas devem beber pelo menos oito copos de água por dia
“Não existe nenhuma evidencia médica para sugerir essa quantidade específica”, diz o artigo. Segundo os pesquisadores, o mito pode ter surgido em 1945, depois que o Conselho de Nutrição da Inglaterra passou a recomendar oito copos de "fluidos" por dia. A diferença é que esses fluidos incluíam frutas, vegetais, café, leite e outros líquidos. O estudo lembra que o excesso de água pode ser perigoso.

Apenas 10% do cérebro é usado
Normalmente creditada de forma errônea a Albert Einstein, a crença provavelmente surgiu no início do século 20, quando as pessoas queriam incentivar a população a atingir todo seu potencial. Mas ela está longe da verdade segundo estudos recentes. Pesquisas que analisam imagens do cérebro e o metabolismo das células cerebrais apontam para a inexistência de áreas inativas no cérebro.

Cabelo e unhas continuam crescendo após a morte
Impossível. O que acontece, segundo os pesquisadores, é que a pele da pessoa morta se resseca e encolhe, o que faz com que unhas e cabelos fiquem mais proeminentes.

Raspar a cabeça faz o cabelo crescer mais rápido, mais escuro e menos liso
“Fortes evidências científicas negam esta crença”, diz o artigo do British Medical Journal. Um estudo realizado em 1928 de fato comparou o formato de cabelo raspado com o cabelo não-raspado para concluir que ele não cresce mais rápido, nem mais grosso. Os pesquisadores dizem que a aparência de ser mais escuro se dá porque o cabelo mais recente ainda não perdeu cor, o que acontece naturalmente com o tempo.

Ler com pouca luz estraga a visão
É verdade que ler com pouca luz cansa a visão, e pode diminuir temporariamente sua capacidade, mas nenhum estudo encontrou danos permanentes por causa disso.

Comer peru deixa as pessoas sonolentas
O estudo reconhece que muitas vezes as pessoas comem peru e se sentem dessa forma, mas dizem que isso se dá pelo fato de a ave ser normalmente consumida em grandes banquetes e festas, especialmente de fim de ano, acompanhado e álcool e outras substâncias que podem causar sono. O estudo admite que o peru tem tryptophan, substância química envolvida no controle do sono, mas diz que a ave tem tanto dela quanto galinhas e mesmo carnes vermelhas.

Celulares podem causar interferência em hospitais
Nenhuma morte foi registrada até agora por causa de interferência de celulares em equipamentos hospitalares, mas de fato já foram reportadas interferências menores e menos sérias. A pesquisa aponta, entretanto, que o uso de celulares pelos médicos melhora o fluxo de comunicação e pode ajudar em seu trabalho de tratar os pacientes.

sábado, dezembro 22, 2007

Ex-namorada do prefeito de Coronel Macedo é acusada de participação no assassinato de vereador
Um telefonema ligaria a mulher à morte do parlamentar

Em Avaré foi presa nesta sexta-feira, a ex-namorada do prefeito de Coronel Macedo, acusado de envolvimento no assassinato de um vereador da cidade. Um telefonema ligaria a mulher à morte do parlamentar.
Neuza Coelho chegou às 16h na Delegacia de Investigações Gerais de Avaré. A pedido da polícia, a Justiça expediu o mandado de prisão preventiva. Ela é acusada de participação no assassinato do vereador Revelino de Oliveira Leite, no último dia 10 de outubro.
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sexta-feira, dezembro 21, 2007

IBGE diz que população vai diminuir a partir de 2060

CIRILO JUNIOR, da Folha Online
A população brasileira vai começar a diminuir a partir de 2060, estimou nesta sexta-feira o presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Eduardo Pereira Nunes. Segundo ele, o ritmo de crescimento da população vem se reduzindo ao longo dos anos, e essa tendência será mantida daqui para frente.
-- O número de brasileiros está crescendo, mas a velocidade de crescimento é menor do que estávamos projetando. Até 2060, o Brasil continuará crescendo em termos absolutos, porém, com redução da fecundidade. A partir de 2060, população chegará a seu número máximo, em torno de 260 milhões de brasileiros, e começará a decrescer, mantidos os parâmetros atuais de fecundidade e de mortalidade, afirmou.
***
Dificilmente Itapeva atingirá 100 mil habitantes!!!

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VEREADORA DIZ QUE CÂMARA ESTÁ SEM PODER DE DECISÃO
Jornal Ita News de hoje:
Vereadora Áurea, sobre a criação da Ouvidoria Municipal:
--Que se registre meu voto contrário a este projeto. Para que mais dois ouvidos, se aqui já temos 20 [dos dez vereadores], mas SEM PODER DE DECISÃO?
***
Jogo duplo: a vereadora reclama da falta de poder de decisão da Câmara, mas consta que ela ficou contra o projeto de Ouvidoria só depois de consultar o prefeito...
Logo, reclama é da própria atitude.

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DE LA RUA APONTA ATROPELO À LEI EM NOMEAÇÃO DE VICE-DIRETORES DE ESCOLA DE ITAPEVA
--Houve Q.I. (quem indica).
--No Bairro dos Pintos, a vice-diretora foi demitida por telefone. E não havia razões para tirá-la do cargo.
--Conforme artigo 9°, deverão ser aprovados através de um processo seletivo, mas não houve este critério.
Fonte: Ita News de hoje.
***
Que coisa, hein!? Até as autoridades da educação - da educação, repito - arrumando um jeitinho de respeitar a Constituição:
Art. 37 - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: CONTINUE LENDO
Maioria das cidades paga salários em dia
O Estado de S. Paulo
Os servidores recebem seus vencimentos em dia, inclusive o 13º, na maioria das 5.562 prefeituras brasileiras. Apenas 2,71% dos municípios ainda pagam com atraso, enquanto 2,94% não conseguiram depositar a parcela única do 13º até ontem. Dos que optaram por parcelar o benefício, 1,1% não quitou a primeira prestação e 2,95% ainda devem a segunda. Os dados foram divulgados ontem pela Confederação Nacional dos Municípios e são resultado de pesquisa feita entre 21 de novembro e 14 de dezembro com 3.339 prefeituras.
Crescimento => aquecimento da demanda => inflação => AUMENTO DO JURO !?
Hora dos profissionais
Luiz Carlos Mendonça de Barros, Folha de S. Paulo

A ACELERAÇÃO do crescimento está criando um quadro macroeconômico altamente complexo e muito perigoso. Defino-o de forma muito simples: superaquecimento da demanda. Vamos entrar em 2008 com um risco de inflação elevado e essa questão já está no topo das prioridades do mercado. No momento em que escrevo esta coluna, os juros de um ano apresentam um prêmio de 200 pontos-base sobre a taxa Selic definida pelo Banco Central.
Diferentemente do que ocorria no passado, essa ameaça inflacionária começa a aparecer em um ambiente de elevada confiança dos agentes econômicos. O sistema bancário prevê aumentar a oferta de crédito a taxas superiores a 20% no próximo ano, os empresários continuam a investir com entusiasmo e os consumidores foram definitivamente às compras. De outra parte, os gastos do governo estão fora de controle em um momento em que o bom senso econômico sugere uma diminuição da pressão sobre o nível da atividade econômica. Tudo isso, colocado em um caldeirão já em ebulição nesta virada do ano, aponta claramente para um risco de aumento da inflação.
Até agora os aumentos de preços -excluídos alimentos- têm sido moderados por conta do incrível aumento das importações de bens duráveis e bens de capital. Mas o aumento de renda dos brasileiros já provoca uma elevação na demanda de bens e, principalmente, serviços, que não são protegidos pelas importações. Dou a meu leitor um exemplo bem simples. A construção civil em mercados mais maduros como São Paulo está atingindo um nível de atividade só visto no auge do sucesso do chamado SFH (Sistema Financeiro da Habitação). A televisão mostrou recentemente que o lançamento de novas unidades na Grande São Paulo nos últimos dois meses de 2007 será igual ao total do ano de 2003. Não é por outra razão que a diária de um auxiliar de pedreiro já subiu mais de 50%, além de uma marmita para o almoço de graça.
Os números do IPCA-15 de novembro, recém-divulgados pelo IBGE, mostram de maneira mais clara esse vazamento da inflação para setores de serviços e outros produtos que não podem ser importados. O economista Fabio Ramos, que trabalha comigo na Quest, espera um IPCA fechado de 4,5% para o ano de 2007 e de 4,7% -portanto, acima do centro da meta- para os 12 meses terminados em fevereiro de 2008.
Existe uma convergência entre uma análise puramente macroeconômica e a evolução dos números da inflação nestes últimos meses. Todos nós sabemos que a política econômica do presidente Lula é uma versão pirata do software herdado do período FHC. Até agora tem funcionado de forma eficiente. Mas esse desafio novo que deverá ser enfrentado no próximo ano não está desenvolvido com profundidade no software que roda hoje no governo, até porque não se teve essa conjuntura nos anos FHC. Pela primeira vez o governo atual terá que enfrentar o desconhecido na gestão da política econômica. E teremos o primeiro teste real para o governo Lula e seu mosaico de idéias no campo econômico.
Existe uma forma simples de enfrentar o desafio da inflação: um aumento de três a quatro pontos percentuais na taxa Selic, ao longo de 2008, para desaquecer a economia via canal de crédito e moderação da demanda privada. Na falta de medidas mais articuladas para moderar o crescimento do consumo interno, o trabalho certamente recairá sobre a taxa de juros definida pelo Banco Central.
"DIRIGIR O ESTADO COMO UMA EMPRESA"
Lições de governo que a Austrália pode dar

Gazeta Mercantil

Os inúmeros casos de corrupção no Brasil desviam os holofotes da mídia de uma questão extremamente relevante: o baixo desempenho dos governos brasileiros, que se reflete na incapacidade de colocar em prática planos que resolvam os problemas públicos e melhorem a qualidade de vida dos cidadãos brasileiros (dos excluídos aos empresários).
À primeira vista a idéia de que governos não funcionam pode parecer normal, pois nós brasileiros nos acostumamos a aceitar essa situação como parte do cotidiano. A realidade, no entanto, não precisa ser assim.
Corrupção, desperdício de recursos públicos, baixo desempenho, excesso de burocracia, falta de coerência entre políticas públicas, pessoal pouco qualificado, baixa integração entre órgãos, e outros problemas, foram enfrentados com sucesso por outros países, como Suécia, Noruega, França, Coréia do Sul e Austrália.
Para contribuir com a reflexão e busca de soluções, a experiência da Austrália se apresenta como uma interessante lição.
Em 1982, o Partido Trabalhista venceu com o seguinte lema: "Dirigir o Estado como uma Empresa". O objetivo não era o de atuar como concorrente do mercado privado e gerar lucro, mas sim apropriar-se das modernas ferramentas e técnicas de gestão adotadas com sucesso nas empresas, para que o governo recuperasse seu foco em alcançar resultados, mantendo os custos baixos, que valorizassem o cidadão e não em apenas cumprir normas e leis excessivas.
Nessa linha, foram adotadas diversas medidas para mudar a legislação de forma a eliminar o excesso de burocracia e aumentar o controle público sobre as decisões do governo e a utilização dos recursos arrecadados dos contribuintes nas ações públicas. A redução das dificuldades causadas pelo excesso de procedimentos permitiu aos servidores manter o foco em buscar atender as necessidades do povo australiano, e efetivamente "Servir ao Público".
A intensificação do uso da tecnologia nos governos, prática importada do setor privado e denominada governo eletrônico (e-Gov), foi adotada na Austrália e em diversos países que levaram a sério a transformação dos processos e melhoria do desempenho e da gestão pública. No Brasil, a Receita Federal adotou a tecnologia como aliada e a cada ano bate novos recordes de arrecadação. No entanto, a devolução dos recursos arrecadados na forma de políticas públicas não se percebe o mesmo empenho governamental com a excelência.
O Brasil tem um caminho longo para tentar elevar o padrão de desempenho do setor público. Os desafios são enormes, assim como a demanda por soluções o quanto antes, principalmente por parte das classes excluídas. Exemplos existem, entretanto, deve-se agir de forma permanente e comprometida para que as mudanças se verifiquem.
Ou o governo brasileiro melhora sua gestão, ou então o Brasil continuará a ser o país do futuro, lembrado pelas belezas naturais, violência, desigualdades sociais, futebol e carnaval e inserido de forma marginal no cenário mundial. A realidade não precisa ser como sempre foi!
***
Que inveja!
Pudera! Por aqui, governantes se recusam a prestar contas através de um simples (e barato) Portal de Transparência.
Por aqui, governantes se recusam a implantar uma simples Ouvidoria para ouvir o povo, suas reclamações e sugestões.
Por aqui, governantes ainda pensam que democracia termina com a eleição.
Ô gente esperta! E experta!
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quinta-feira, dezembro 20, 2007

EUROPA IMPÕE RESTRIÇÕES À CARNE BRASILEIRA
A culpa é do governo
Blog de Carlos Alberto Sardenberg (links)
Algumas observações sobre essa decisão da Comissão Européia de impor restrições à importação de carne brasileira:
Há alguns anos, quando comecei a prestar atenção no agronegócio brasileiro, ouvi de um dos líderes do setor uma previsão que então parecia ambiciosa: o Brasil vai se tornar o maior exportador mundial de carnes.
Advertia, porém: só um fator pode atrapalhar isso, o controle sanitário, que é a parte do governo. Batata. Aconteceu exatamente assim.
Ingênuo, perguntei, na ocasião, por que os produtores não cuidavam eles mesmos desse controle.
Porque não pode. A regra internacional determina que isso é função do governo – e faz sentido. É claro que os bons produtores são os primeiros interessados na saúde do rebanho e na qualidade de sua carne. Também são os mais interessados no controle dessas condições sanitárias e, de fato, investem pesado nisso. Mas está claro que o controle tem de ser externo, feito por terceiros e pelo setor público.
A Comissão Européia deu todas as chances antes de colocar restrições à importação de carne brasileira. Durante dois anos, enviou seguidas missões técnicas para visita fazendas e frigoríficos brasileiros, apresentou relatórios, apontou problemas, deu prazo para o governo resolver.
E o governo fracassou. Continua falho o combate à febre aftosa e ineficiente o sistema de rastreabilidade do rebanho. Na verdade, nem precisava de tanto. No último surto de febre aftosa, jornalistas puderam verificar, por exemplo, como bois cruzavam a fronteira Paraguai/Brasil sem qualquer controle.
Todas as falhas são de responsabilidade central do governo federal, do Ministério da Agricultura e, imagino, da Polícia Federal nesse controle de fronteiras.
E aqui se vê claramente o desastre da administração pública. E que não venham colocar a culpa num suposto arrocho dos gastos públicos. A despesa com pessoal do governo federal tem aumentado, em média, 12% ao ano. E não tem dinheiro para fiscais agrícolas? As despesas com custeio e investimento têm crescido ainda mais, na base de 17% ao ano. E não tem um bom sistema de rastreabilidade do gado, que nem é caro?

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BC vê déficit externo de US$ 3,5 bi em 2008
Folha de S. Paulo
Pela primeira vez no governo Lula, as contas externas devem apresentar déficit em 2008, segundo previsão do Banco Central
Pela primeira vez no governo Lula, as contas externas devem apresentar déficit em 2008, segundo previsão do Banco Central. O resultado deste ano ainda deve ser positivo, mas os números apurados nos últimos meses, influenciados pela forte valorização do real, ficaram abaixo do esperado e ajudam a explicar a estimativa do BC.
Em novembro, a conta de transações correntes -que contabiliza todas as negociação de bens e serviços com outros países- apresentou déficit de US$ 1,344 bilhão, o pior resultado desde maio de 2002. No ano, o saldo acumulado ainda é positivo em US$ 4,254 bilhões, mas está bem abaixo dos US$ 13,183 bilhões registrados no mesmo período de 2006.
Segundo o BC, esse saldo deve ficar negativo em US$ 3,5 bilhões no ano que vem, revisando projeção anterior de superávit de US$ 3,2 bilhões em 2008.
O efeito do câmbio é sentido em vários itens das contas externas. Na balança comercial, o real valorizado e o crescimento da economia ajudam a explicar o forte crescimento das importações. O mesmo acontece com as remessas de lucros e dividendos, cuja alta é influenciada pela maior lucratividade das empresas e pelo câmbio forte, que faz com que os lucros em reais apurados pelas multinacionais instaladas no Brasil fiquem maiores quando convertidas para dólar antes do envio ao exterior.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, minimiza a expectativa de saldo negativo em transações correntes no ano que vem. "O importante é que o balanço de pagamentos está perfeitamente financiado. Só de investimentos estrangeiros diretos são esperados US$ 28 bilhões em 2008", afirma, se referindo à projeção do BC para o ingresso de capital externo para o ano que vem.
Para o economista Antônio Corrêa de Lacerda, professor da PUC-SP, o resultado negativo a ser observado no ano que vem é algo a lamentar:
--É um desperdício. É um erro de política econômica deixar um déficit aparecer depois de cinco anos de esforços para reduzir a vulnerabilidade externa do Brasil, afirma.
Para Lacerda, o déficit poderia ser evitado se o governo agisse para evitar uma queda maior do dólar, que desestimula as exportações e favorece gastos com importações, remessas de lucros e viagens ao exterior, entre outros itens. LEIA MAIS

Oração de Natal 2007


(clique para ampliar; enviada por Antonio Romane)
No país, 7 milhões de jovens não têm ocupação
Demétrio Weber, O Globo

Quase sete milhões de brasileiros de 15 a 24 anos, o equivalente a 19,9% da população nessa faixa etária, não estudam nem trabalham. É o que mostra relatório lançado ontem pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla). Segundo o estudo, menos da metade dos 34 milhões de jovens do país freqüentava a escola ou a universidade no ano passado.
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Desunidade de comando
Editorial, O Estado de S. Paulo

Um princípio elementar de administração é a chamada unidade de comando. Superada a fase prévia do processo de tomada de decisões - durante a qual as divergências são bem-vindas porque abrem o leque de alternativas - e feita a escolha da direção a seguir, a execução do que foi decidido deve ser firme, não comportando ambigüidades. O rumo é um só. Isso vale para os governos, para o maestro diante da orquestra, para o técnico de futebol: dada a voz de comando, não cabem mais divergências. Justiça se faça, no primeiro mandato do presidente Lula, se prevaleceu uma certa unidade de comando no campo essencial da política econômica - a partir do reconhecimento explícito dos avanços obtidos no governo anterior -, deveu-se ela às características de atuação e liderança do ex-ministro Antonio Palocci, antes que se descobrissem seus demônios internos. Mas de lá para cá,
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É por isso que a divisão democrática do poder dá resultado e faz tanto sucesso mundo afora.
Várias cabeças - Legislativo - discutem e tomam uma decisão.
Tomada a decisão, cabe ao prefeito, governador, presidente - Executivo - colocá-la em prática, ou seja, executar.
Mas a "democracia" brasileira é diferente. O Executivo, todo poderoso, decide. E o Legislativo diz amém. Até quando?
Só 12,1% dos jovens entre 18 e 24 anos são universitários
Angela Pinho, Antônio Gois e Fábio Takahashi, Folha de S. Paulo

Apenas 12,1% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos estão matriculados em algum curso superior. O número, divulgado ontem, mantém o país distante da meta do Plano Nacional de Educação de chegar a pelo menos 30% em 2011.
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CPMF - LULA DÁ RAZÃO À OPOSIÇÃO
"Passada a votação no Senado, Lula reúne cinco ministros e seu líder no Congresso para... dar razão ao DEM e à parte vitoriosa do PSDB. Acabar com a CPMF não era, como não está sendo, o fim do mundo. Só serviria, como está servindo, para que o governo finalmente pusesse a cabeça para funcionar e se obrigasse a ser mais eficiente, mais rigoroso com a gestão." ELIANE CANTANHÊDE, NA FOLHA
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quarta-feira, dezembro 19, 2007

D. Cappio é internado após desmaio; família quer fim da greve de fome

da Folha Online
O bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, 61, será internado hoje num hospital de Petrolina (PE), segundo seus familiares. Ele desmaiou hoje logo depois de ser informado da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de liberar a retomada das obras de transposição do rio São Francisco. O bispo está em greve de fome há 22 dias em protesto contra a transposição do rio.
De acordo com o boletim médico, d. Cappio está "está semiconsciente e com estado geral comprometido". "Ele será internado, por determinação minha para evitar possíveis danos permanentes", diz boletim do médico Klaus Finkam, que o acompanha. MAIS
ITAPEVA - Vice-diretores questionam novas contratações na rede municipal

Através de requerimento encaminhado nesta terça-feira (18) ao Prefeito Municipal de Itapeva, o vereador Paulo de la Rua Tarancón (PDT) solicitou que seja acionada a Secretaria da Educação para prestar informações em relação aos critérios utilizados para a escolha dos vice-diretores nomeados e que tomarão posse no próximo ano letivo em Itapeva.
O vereador quer saber quais os critérios exigidos dos docentes interessados à ocuparem o posto de vice-diretor. Ele pede também informações sobre o processo seletivo e, se não houve o processo seletivo, qual o critério adotado para a nomeação dos novos vice-diretores.
São muitas as reclamações dos profissionais que hoje atuam no cargo. Eles questionam o critério adotado pela Secretaria Municipal da Educação para designação dos novos vice-diretores.
A Lei nº 2374/06, que instituiu o Estatuto do Magistério Público Municipal, determina que os vice-diretores devem ser designados mediante processo seletivo. Mas, segundo os profissionais do ensino, esse não foi o caminho adotado pela Secretaria Municipal de Educação.
A reportagem do Portal Itapeva tentou conversar nesta quarta-feira (19), pela manhã, com a secretária de Educação Selma Bührer sobre o assunto, mas ela estava em reunião.
CMPF, carnaval e fúria
Roberto Damatta, O Estado de S. Paulo
Tu fingiste que me enganaste,
eu fingi que acreditei;
foste tu que me enganaste
ou fui eu que te enganei?
(Velha quadrinha mineira)
Neste governo, tudo o que é rotina vira drama e todos os dramas se transformam em rotinas. Confunde-se ressentimento com governabilidade, rotina administrativa com autoritarismo, e retaliação com advertência.
No caso do julgamento pela prorrogação ou extinção da CMPF, vimos, mais uma vez, a nudez carnavalesca da política nacional e, com ela, a atualização da velha quadrinha mineira que glorifica a insinceridade, o algumas coisas: a nossa trajetória, nossos interesses, projetos e coisas que tal. É fascinante, embora seja trágico, viver numa sociedade capaz de justificar tudo, menos a capacidade de honrar alguma coisa que vai além dos projetos imediatos dos seus membros. LEIA MAIS
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